Qua, 24 de Novembro de 2010 01:44
Como hoje eu estava com um pouco mais de tempo disponível como de costume, tive a ideia de fazer um artigo passo a passo de como preparar água salgada para troca parcial em aquários marinhos. Essa ideia surgiu depois de eu receber alguns e-mails e responder a questões em fóruns de aquaristas iniciantes que tinham duvida quanto ao procedimento. Algumas das perguntas por exemplo, era se o sal despejava direto no aquário, como saber a quantidade de sal necessária, se misturava sal primeiro na água e depois passava ela pelo deionizador, enfim…várias duvidas que assim todos um dia já tiveram , várias pessoas que estão iniciando no hobby do aquarismo marinho estão tendo.
Então vamos lá:
1 - Primeiro passo é ter em mãos sal marinho, balde, Densímetro, bomba e um aparelho deionizador. Existem no mercado vários tipos de deionizador que vão desde DIY (Faça você mesmo) até deionizadores eletrônicos. O que eu utilizo é da marca Tap Water.

Dom, 14 de Novembro de 2010 22:54
Pra mim, uma das melhores horas de observar o aquário dos invertebrados é sem duvida a hora da comida. Depois que comecei a alimentá-los com um alimento importado do Japão rico em amino ácidos e minerais especifico para eles, observei que além da atividade muito mais acentuada, a taxa de fertilidade entre as femeas e a solidez das cores aumentaram muito. É impressionante como eles sentem o cheiro da comida logo apos cair na água e quase que instantaneamente começa a ‘’chove’’ camarão em busca do alimento. O resultado é um aglomerado de machos, femeas e filhotes disputando cada mínimo espaço que ainda resta para conseguir se alimentar. Aqui no máximo 5 segundos após o delicioso alimento cair no aquário
Sem muita demora, a aglomeração começa e dai por diante é cada um por si… ‘’Cada um se vira como pode!’’
 E aqui eis o alimento ‘’mágico’’ que eles adoram. O nome do produto é Shirakura Mínima Breeder. Realmente a foto da embalagem demonstra exatamente o comportamento dos camarões na hora que ela cai no aquário.
 Um abraço a todos e obrigado pela visita!
Qui, 11 de Novembro de 2010 00:33
Espécie de medusa do mediterrâneo é muito difícil de ser criada em cativeiro
por Redação Galileu

Zoo Basel
O aquário do Zoológico da Basiléia, na Suíça, conseguiu criar pela primeira vez uma espécie de água-viva conhecida popularmente como "ovo frito" por seu formato quando adulta. Natural dos mares Mediterrâneo, Egeu e Adriático, esta medusa é muito difícil de ser criada em cativeiro. Ela precisa de plâncton vivo para se alimentar e muita luz do sol para sobreviver.

Zoo Basel
Estes pequenos representantes da espécie foram mantidos em um tanque longe do público do zoológico que imitava as condições de seu habitat em agosto. Sob uma lâmpada especial, os funcionários alimentavam os animais várias vezes ao dia. Agora, um pouco maiores, eles estão disponíveis para serem vistos pelos visitantes do aquário, segundo o site ZooBorns.

Zoo Basel
Os animal, cujo nome científico é Cotylorhiza tuberculata, recebe o apelido de “ovo frito” porque na fase adulta se parece muito com um ovo aberto. Diferente da maioria das medusas, esta é capaz de se locomover na água por propulsão e não depende das correntes marítimas. Veja a foto:

Wikimedia Commons
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI186573-17770,00-AQUARIO+SUICO+CONSEGUE+PROCRIAR+AGUAVIVA+OVO+FRITO.html
Ter, 09 de Novembro de 2010 00:32
 MANAUS - O peixe acará disco (Symphysodon spp), comum no município de Barcelos, interior do Amazonas é um dos protagonistas do festival folclórico da cidade. Porém, algo mais chamou atenção dos cientistas que estudam as características dos peixes na região. Uma pesquisa de cooperação internacional envolvendo o Centro de Estudos de Adaptações da Biota Aquática da Amazônia (Adapta) projeto ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT), revela que o peixe ornamental tem uma característica própria na hora de cuidar dos filhotes. O acará disco produz um muco que, segundo os pesquisadores, é rico em nutrientes e tem função similar ao leite materno nos mamíferos (como acontece em humanos). Os estudos foram feitos pelos pesquisadores estrangeiros Jonathan Buckley, Richard J. Mauder, Andrew Foey, Janet Pearce e Katherine Sloman em parceria com o cientista brasileiro Adalberto Val, coordenador geral do projeto Adapta e diretor do Inpa. Neste processo de alimentação, os filhotes “beliscam” a pele dos “pais” para obterem o alimento. O diretor do Inpa afirma que foi necessário desenvolver uma nova tecnologia para realizar o estudo. “Foi desenvolvida uma esponja especial onde coletamos todo esse material, depois dissolvemos essa esponja no laboratório para fazer a análise. Outro fator importante do estudo foi a descoberta que por meio desse muco há a passagem de substâncias essenciais para o crescimento e imunidade do peixe”, enfatizou. Ainda de acordo com as pesquisas, os poluentes presentes na água podem ser passados dos pais para os filhotes onde através do muco os filhotes geram uma espécie de defesa. “Alguns poluentes são passados por meio do muco e esse poluentes servem para desencadear um processo resistência e essas substâncias”, declarou Val. O “desmame” As pesquisas revelaram ainda que este tipo de alimentação diferenciada para os filhotes se dá em um período de três semanas onde os pais começam o processo semelhante ao de “desmame”. Isso ocorre por apenas três semanas a partir daí o filhote de acará disco já busca seus alimentos motivados pelo afastamento dos pais. O próximo passo agora é fazer a análise genética para saber quais são os genes responsáveis pelo estímulo à produção do muco com nutrientes que só ocorre no período em que há filhotes. “O muco é produzido sempre, mas o muco com essa composição só ocorre quando há os filhotes. Deve haver um mecanismo que estimula a mudanças da composição química do muco durante aproximadamente três semanas e após esse período tudo isso desaparece e o filhote começa a ter vida independente”, explicou. A pesquisa foi desataque no site da BBC e deve ser publicada ainda este ano no The Journal of Experimental Biology, publicação internacional sendo a mais importante na área de biologia experimental. Sobre Adapta O Adapta é uma rede de atividades de Biologia Aplicada e tem a proposta estudar as Adaptações de organismos aquáticos da Amazônia, por meio da incorporação de novos equipamentos, da estruturação de um serviço de bioinformática e capacitação de recursos humanos. O projeto faz parte dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT’s) e conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisas do Estado do Amazonas (Fapeam), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Fonte: http://portalamazonia.globo.com/pscript/noticias/noticias.php?idN=114638
Sáb, 06 de Novembro de 2010 22:30
 Arraias são devolvidas ao Rio Xingu, no sul do Pará
O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) devolveu ao Rio Xingu, em São Félix do Xingu - no sul do Pará -, na manhã deste sábado, 24 arraias leopoldi (Potamotrygon leopoldi), que foram apreendidas durante a Operação Guardiões da Amazônia - Goianos IV, organizada pelo Ibama. Na sexta-feira, segundo informou a assessoria, os fiscais da Operação encontraram os animais nos tanques de uma exportadora de peixes ornamentais amazônicos, localizada às margens do Xingu. Ainda de acordo com a assessoria, a empresa possuía a licença ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), que dá direito a negociar 192 arraias ao ano. No entanto, a entidade não comprovou a origem dos bichos, conforme exige a lei ambiental, e foi multada em R$ 10,4 mil reais, além de perder os peixes. As arraias leopoldi foram vendidas irregularmente à firma de exportação por cerca de R$250 reais a unidade pelos pescadores locais. Elas seriam enviadas à Europa, onde poderiam ser negociadas por US$ 3 mil cada. A Operação é realizada desde o dia 21 de outubro em São Félix do Xingu. Na última quarta-feira, fiscais do Ibama apreenderam um outro carregamento de peixes ornamentais amazônicos, com 27 arraias leopoldi e 980 acaris, no centro da cidade de São Félix do Xingu, também no sul do Pará. Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4777140-EI8139,00-Operacao+do+Ibama+apreende+arraias+no+sul+do+Para.html
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